
Construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) no Ceará — Reunião Conjunta
Reunião conjunta na Câmara dos Deputados sobre a construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) no Ceará e os desdobramentos envolvendo a POSCO.
Reunimos a cobertura nacional e internacional sobre o pedido de falência da POSCO Engenharia no Ceará e suas implicações.
Manchetes verificadas de veículos brasileiros, internacionais e sul-coreanos.

Reunião conjunta na Câmara dos Deputados sobre a construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) no Ceará e os desdobramentos envolvendo a POSCO.

Artigo de opinião no Poder360 alerta que o calote bilionário da POSCO no Brasil ameaça a relação diplomática e a parceria estratégica entre os dois países.

Coluna Painel revela que o Itamaraty acionou o embaixador da Coreia do Sul pedindo solução para o rombo bilionário deixado pela POSCO no Brasil.

Conjur analisa entendimento de que o pedido de autofalência não impede a desconsideração da personalidade jurídica para alcançar a controladora.

Vídeo do UOL no YouTube com análise da decisão que responsabiliza a matriz coreana da POSCO pelo calote bilionário no Ceará.

Coluna do UOL revela decisão que obriga a POSCO a pagar o calote bilionário deixado a credores cearenses.

Decisão judicial permite que credores cearenses cobrem o calote da POSCO diretamente da matriz sul-coreana.

G1 detalha a decisão que viabiliza a cobrança do passivo da POSCO diretamente da controladora coreana.

JOTA noticia decisão judicial que reconhece abuso e inclui a matriz coreana POSCO na ação de falência da filial brasileira.

O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo passa a representar credores brasileiros na disputa contra a POSCO pelo calote no Ceará.

Executivos coreanos ligados ao calote no Ceará passam a ser procurados pela Interpol, em desdobramento internacional do caso.

Análise jurídica sobre a possibilidade de responsabilizar o grupo econômico internacional pelas dívidas da subsidiária no Brasil.

G1 detalha como a POSCO Engenharia entrou com pedido de falência no Ceará declarando saldo de R$ 109,00 em caixa, com passivo bilionário a empresas brasileiras.

Conjur analisa decisão que reconhece confusão patrimonial e estende a execução à controladora estrangeira do grupo.

Business Korea relata a falência da subsidiária brasileira da POSCO e as consequências diplomáticas e reputacionais na Coreia do Sul.

Reportagem adicional em inglês sobre o caso de falência da POSCO no Brasil.

Artigo sobre a disputa envolvendo a POSCO no Brasil e suas repercussões, publicado pelo Newswell, um meio de comunicação sul-coreano.

Perfil da subsidiária brasileira da POSCO, sua estrutura societária e operações no Ceará antes do pedido de falência.

A imprensa sul-coreana ecoa o caso brasileiro, ampliando a pressão internacional sobre o conglomerado POSCO.

Cobertura jurídica do Migalhas sobre a mobilização de credores após o pedido de falência da POSCO no Ceará.

IstoÉ Dinheiro analisa o impacto do calote da POSCO em fornecedores e credores no Ceará.

Cobertura em inglês detalhando a diferença entre o balanço declarado do pedido de falência e os bilhões de reais em passivos da empresa no Brasil.

Postagem em rede social repercutindo o caso entre credores e a POSCO no Brasil.

Coluna do UOL revela que a subsidiária brasileira da POSCO declarou apenas R$ 1,09 em caixa ao pedir falência, deixando credores cearenses com prejuízo bilionário.

Cobertura do mercado financeiro sobre o pedido de falência e o passivo bilionário deixado pela POSCO no Brasil.

Reportagem destaca a desproporção entre o caixa declarado de R$ 100 e o passivo bilionário da subsidiária brasileira.

Metrópoles repercute a declaração da empresa de possuir apenas R$ 1,09 em caixa diante de credores milionários.

O passivo deixado pela POSCO Engenharia no Ceará pode atingir R$ 1 bilhão segundo apuração de O Estado CE.

Reportagem da Revista Ceará quantifica em R$ 644 milhões o calote atribuído à POSCO Engenharia no estado.

A empresa coreana ligada à antiga CSP pede falência no Ceará deixando ao menos 16 fornecedores brasileiros sem pagamento.